sex. nov 6th, 2026
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29 thoughts on “Super Tucano da Esquadrilha da Fumaça cai após decolar da pista da AFA em Pirassununga ”

  1. Domingo irão se apresentar em Ponta Grossa em cima de área.densamente povoada…o que é proibido….e ai como que fica??…admiro nosso EDA mas a lei deve ser para todos rs

  2. Kkkkkk impressionante como tem pessoas que não sabe o que fala, não entende ? Não sabe como funciona? Só leia a matéria e se informe, falar que o treinamento dos mecânicos são escassos e a manutenção não e adequada e não conhecer nossas forças armadas, como disse uma vez o Romário sobre Pele ” Calado e um poeta”

  3. Claro que sim, o padrão é mandar o jeep recolher depois Hospital, muitos cumprimentos e blá blá blá e pronto pra outra, só que menos um avião mas isso se resolve encomendando outro.

  4. Esses acidente acontecem muitas vezes por falta de manutenção adequada, o que, por sua vez, se deve ao escasso treinamento dos mecânicos. Um Super Tucano não deveria apresentar pane logo após a decolagem. Enfim, o SERIPA 4 fará a investigação e deverá dizer o que houve.

    1. Desculpe mas você não sabe o que está falando, falta de manutenção e escasso treinamento dos mecânicos ? Só fala essa bobagem que não tem noção de o que é a AFA e o que é o EDA.

      1. Certa vez um Tucano soltou uma das asas e caiu matando uma criança o piloto se ejetou isso foi em Santos o que teria acontecido se todos aviões são construídos com as mesmas e idênticas peças por repetidas vezes, ninguém explicou o que houve com as pobres moléculas , uma pena pois ao divulgar serve para que outros aprendam e evitem repetições

    2. Problemas mecânicos acontecem independente do erro da manutenção. Seu comentário não procede, devido a capacidade técnica da manutenção dos guardiões da esquadrilha.

    3. Renato Dummont com um sobrenome como o seu não vou descutir sobre aviação, parabéns ao Dummont, o que falou tem sentido existem sim muitos problemas de falhas de manutençao por N motivos sim, inclusive na NASA.

  5. Como morador da cidade, sempre achei que deveria ser proibido o voo desse tipo de aeronave de instruções em áreas residenciais, pois o risco de um acidente de maiores proporções é grande. Antigamente, era bem comum fazerem acrobacias e voos rasantes perto de casas. Não estou desmerecendo a habilidade e o treinamento dos nossos pilotos e alunos da AFA, mas acredito que esse tipo de voo deveria ocorrer somente em área estritamente militar e longe de cidades, pois falhas acontecem, sejam elas humanas ou mecânicas. Por sorte, o acidente ocorreu em área da AFA, os pilotos estão bem e nós moradores também. Torço pela rápida recuperação dos pilotos, enaltecendo sempre nossa Esquadrilha da Fumaça, símbolo de nossa cidade.

    1. Desculpe amigo, mas a AFA foi para Pirassununga quando praticamente não existia a cidade. Quando morei nessa cidade, ela ficava a 20 km da Academia, as pessoas vão morar ao lado de uma fábrica ou no caso, da AFA e depois querem reclamar até do barulho.

        1. E para isso que sempre há investigação dos acidentes pelo CENIPA meu caro. A “divulgação” das causas nunca será util para mim ou para você. Será objeto de recomendacaopara quem constroi as aeronaves. A não ser, é claro, que você seja um engenheiro da embraer.

      1. Amigo, a AFA veio pra Pirassununga nos anos 60, a cidade já era bem desenvolvida e continua a aproximadamente 15km de distância da cidade. O terreno da AFA é imenso, a área entre Pirassununga e Aguaí é praticamente desabitada então não faz sentido ficarem sobrevoando pela cidade.

      1. Pelo contrário, faz todo o sentido. Aeroportos devem estar em área distante das cidades, exemplo Guarulhos, Viracopos, etc. A tendência mundial é essa, vários já foram desativados, exemplo o Kai Tak na China, era no meio da cidade e foi desativado. No Brasil, um dos únicos aeroportos no meio da cidade continua sendo Congonhas onde ocorreram os piores acidentes da história da aviação civil. É só lembrar do acidente do Fokker 100 da Tam em 1996, caindo no meio das casas no Jabaquara e mais de 100 corpos carbonizados no meio da rua.

  6. Já que o tema é “correção”, em investigação de acidente aeronáutico pelo órgão central do SIPAER, o CENIPA, não há de se falar em “causas” do acidente, mas sim em “fatores contribuintes” para o evento catastrófico. Ou seja, uma série de eventos, em sequência, que resultaram na ocorrência aeronáutica em tela, e não apenas uma causa isolada e específica. Saudações SIPAER.

  7. Não é ‘SENIPA”, com ‘S’, mas sim CENIPA – o CENTRO de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos.
    Não confundir com SERIPA – Serviço Regional de Prevenção e Investigação de Acidentes Aeronáuticos. Os SERIPA’s são de número de 7 e – no caso da AFA – caberá ao IV SERIPA a investigação das causas do acidente.

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