seg. maio 23rd, 2022

29 thoughts on “Super Tucano da Esquadrilha da Fumaça cai após decolar da pista da AFA em Pirassununga 

  1. Domingo irão se apresentar em Ponta Grossa em cima de área.densamente povoada…o que é proibido….e ai como que fica??…admiro nosso EDA mas a lei deve ser para todos rs

  2. Kkkkkk impressionante como tem pessoas que não sabe o que fala, não entende ? Não sabe como funciona? Só leia a matéria e se informe, falar que o treinamento dos mecânicos são escassos e a manutenção não e adequada e não conhecer nossas forças armadas, como disse uma vez o Romário sobre Pele ” Calado e um poeta”

  3. Claro que sim, o padrão é mandar o jeep recolher depois Hospital, muitos cumprimentos e blá blá blá e pronto pra outra, só que menos um avião mas isso se resolve encomendando outro.

  4. Esses acidente acontecem muitas vezes por falta de manutenção adequada, o que, por sua vez, se deve ao escasso treinamento dos mecânicos. Um Super Tucano não deveria apresentar pane logo após a decolagem. Enfim, o SERIPA 4 fará a investigação e deverá dizer o que houve.

    1. Desculpe mas você não sabe o que está falando, falta de manutenção e escasso treinamento dos mecânicos ? Só fala essa bobagem que não tem noção de o que é a AFA e o que é o EDA.

      1. Certa vez um Tucano soltou uma das asas e caiu matando uma criança o piloto se ejetou isso foi em Santos o que teria acontecido se todos aviões são construídos com as mesmas e idênticas peças por repetidas vezes, ninguém explicou o que houve com as pobres moléculas , uma pena pois ao divulgar serve para que outros aprendam e evitem repetições

    2. Problemas mecânicos acontecem independente do erro da manutenção. Seu comentário não procede, devido a capacidade técnica da manutenção dos guardiões da esquadrilha.

    3. Renato Dummont com um sobrenome como o seu não vou descutir sobre aviação, parabéns ao Dummont, o que falou tem sentido existem sim muitos problemas de falhas de manutençao por N motivos sim, inclusive na NASA.

  5. Como morador da cidade, sempre achei que deveria ser proibido o voo desse tipo de aeronave de instruções em áreas residenciais, pois o risco de um acidente de maiores proporções é grande. Antigamente, era bem comum fazerem acrobacias e voos rasantes perto de casas. Não estou desmerecendo a habilidade e o treinamento dos nossos pilotos e alunos da AFA, mas acredito que esse tipo de voo deveria ocorrer somente em área estritamente militar e longe de cidades, pois falhas acontecem, sejam elas humanas ou mecânicas. Por sorte, o acidente ocorreu em área da AFA, os pilotos estão bem e nós moradores também. Torço pela rápida recuperação dos pilotos, enaltecendo sempre nossa Esquadrilha da Fumaça, símbolo de nossa cidade.

    1. Desculpe amigo, mas a AFA foi para Pirassununga quando praticamente não existia a cidade. Quando morei nessa cidade, ela ficava a 20 km da Academia, as pessoas vão morar ao lado de uma fábrica ou no caso, da AFA e depois querem reclamar até do barulho.

        1. E para isso que sempre há investigação dos acidentes pelo CENIPA meu caro. A “divulgação” das causas nunca será util para mim ou para você. Será objeto de recomendacaopara quem constroi as aeronaves. A não ser, é claro, que você seja um engenheiro da embraer.

      1. Amigo, a AFA veio pra Pirassununga nos anos 60, a cidade já era bem desenvolvida e continua a aproximadamente 15km de distância da cidade. O terreno da AFA é imenso, a área entre Pirassununga e Aguaí é praticamente desabitada então não faz sentido ficarem sobrevoando pela cidade.

      1. Pelo contrário, faz todo o sentido. Aeroportos devem estar em área distante das cidades, exemplo Guarulhos, Viracopos, etc. A tendência mundial é essa, vários já foram desativados, exemplo o Kai Tak na China, era no meio da cidade e foi desativado. No Brasil, um dos únicos aeroportos no meio da cidade continua sendo Congonhas onde ocorreram os piores acidentes da história da aviação civil. É só lembrar do acidente do Fokker 100 da Tam em 1996, caindo no meio das casas no Jabaquara e mais de 100 corpos carbonizados no meio da rua.

  6. Já que o tema é “correção”, em investigação de acidente aeronáutico pelo órgão central do SIPAER, o CENIPA, não há de se falar em “causas” do acidente, mas sim em “fatores contribuintes” para o evento catastrófico. Ou seja, uma série de eventos, em sequência, que resultaram na ocorrência aeronáutica em tela, e não apenas uma causa isolada e específica. Saudações SIPAER.

  7. Não é ‘SENIPA”, com ‘S’, mas sim CENIPA – o CENTRO de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos.
    Não confundir com SERIPA – Serviço Regional de Prevenção e Investigação de Acidentes Aeronáuticos. Os SERIPA’s são de número de 7 e – no caso da AFA – caberá ao IV SERIPA a investigação das causas do acidente.

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