Secretária de Bispo Diocesano de Limeira responde às correspondências
Um batizado de uma criança, a qual teria hoje, pouco mais de três anos de vida, esta sendo julgado em 2ª Instância pelo Tribunal de Justiça – TJ – do Estado de São Paulo. O caso envolve o Bispo Diocesano da cidade de Limeira/SP, Don Vilson.
Batizado
A criança, filho (a) de um militar da Força Aérea Brasileira – FAB – tido fora do casamento, mas que vivia em comum acordo (entre pai e mãe), foi batizado pelo Padre Capelão da FAB, o qual na oportunidade estava na Academia da Força Aérea, no município de Pirassununga/SP.
A criança, depois de “Batizada” pelo então Padre Capelão, disse para sua mãe que tinha recebido o “Batismo”; a qual ficou indignada pela atitude do pai da criança, pois, não teria autorizado o “batismo”, quando então fez contato com a Diocese da cidade de Limeira/SP.
Justiça
De acordo com o processo julgado em 1ª Instância, pela 3ª Vara do Fórum de Pirassununga, a mulher que não convive com o pai da criança, não teria sido consultada para o “Batizado”, pois, a criança teria sido de um relacionamento amistoso.
O pai da criança (militar da FAB) realizou junto ao Padre Capelão da FAB (hoje não mais em Pirassununga) o batismo do filho, sem autorização da mulher com que teve o filho, quando então a mulher ingressou com a ação na Justiça.
Documento
A mãe da criança entrou com uma Ação de Indenização contra o pai pelo “Batizado” sem sua autorização, para tanto, teria, segundo o processo, que se encontra em 2ª Instância, consultado a Diocese da cidade de Limeira, onde um “e-mail” enviado pelo Bispo Diocesano, o mesmo teria repugnado o “Batizado”.
Bispo Intimado
Diante o impasse, o Bispo Diocesano – Don Vilson – foi intimado a depor junto a 3ª Vara do Fórum de Pirassununga, quando teria dito que a criança teria todo o direito em receber o “Batismo”, contrariando a mensagem enviada pela Diocese de Limeira, que a pratica do “Batismo” feita pelo Padre Capelão “feria os princípios” da Igreja.
Secretária
Diante ao questionamento da Justiça, o Bispo Diocesano de Limeira disse que em momento algum emitiu tal “e-mail”, mas, ao ser questionado pelo documento enviado, informou que sua SECRETÁRIA teria respondido a solicitação feita pela mãe da criança.


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