Pirassununga. Administração do “NOVO”, num colapso que poderá trazer prejuízo tremendo, nunca jamais visto na Velha Política

A reportagem do reporternaressi.com.br, se aprofundou na situação financeira que ‘vazou’ da Contabilidade da Prefeitura Municipal de Pirassununga/SP, tendo à frente o prefeito Fernando Lubrechet, do partido no NOVO.
Nosso editor procurou um especialista na área que solicitou seu anonimato, onde produziu um conteúdo abaixo analisado tecnicamente.
Analisando os três documentos, a situação real da Prefeitura de Pirassununga é de alerta fiscal/orçamentário, especialmente em relação ao pagamento de pessoal (folha salarial).
1. Há risco concreto de insuficiência orçamentária para pagar servidores
O próprio contador municipal informa que, após o primeiro quadrimestre de 2026, existe previsão de déficit em 16 das 26 unidades orçamentárias e recomenda suplementação imediata de 50% dos saldos faltantes, além de reunião urgente entre secretários e prefeito para remanejamento de dotações.
2. O déficit projetado na Fonte 01 (recursos próprios) é elevado
No Anexo II, a Fonte 01 apresenta déficit consolidado de aproximadamente R$ 9,48 milhões, o que é preocupante porque essa é justamente a fonte mais flexível para custeio da máquina pública.
3. Áreas mais críticas – Os maiores déficits previstos aparecem em:
– Saúde: cerca de -R$ 6,7 milhões
– Segurança Pública: cerca de -R$ 2,1 milhões
– Obras: cerca de -R$ 1,8 milhão
– Administração: cerca de -R$ 1,7 milhão
– Isso indica pressão forte nas áreas essenciais.
4. Há “ilhas de superávit”, mas insuficientes
Algumas áreas possuem sobra, como:
– FUNDEB: +R$ 3,37 milhões
– Assistência Social: +R$ 1,79 milhão
– Direitos Humanos: +R$ 682 mil
– Esportes: +R$ 557 mil
Mas esses recursos são vinculados ou insuficientes para cobrir todo o rombo geral.
Diagnóstico técnico
Não parece uma “quebra” imediata da Prefeitura, mas sim um cenário de:
– Desequilíbrio orçamentário relevante;
– Necessidade de suplementação urgente;
– Necessidade de contingenciamento/corte de gastos;
– Risco de problemas na folha até o final de 2026 se nada for feito.
Em linguagem simples: a Prefeitura não está insolvente hoje, mas está financeiramente pressionada e precisa corrigir a rota agora para evitar crise maior no segundo semestre.
Imagem – Reprodução do Facebook


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