Farmacêutica não libera medicamento e coloca em risco paciente internada na Santa Casa

Santa Casa de Pirassununga
Na noite de sexta-feira, 25, a jovem Djennyffer e sua tia Sthefanie, solicitaram ajuda da Polícia Militar, devido a avó, não estar recebendo tratamento adequando na Santa Casa de Misericórdia de Pirasssununga/SP.
Indo para o local a viatura com os Cabos Braz e Fabrich, tendo sido solicitada a presença do repórter Ademir Naressi, que após tomar conhecimento do que estava acontecendo fez contato com o médico pirassununguense, Dr. Leandro Viotto, que mesmo estando em seu dia de folga imediatamente rumou para o local.
Chegando à frente do Pronto Socorro no momento que o médico de serviço, Dr. Walter, fazia graves denúncia envolvendo a farmacêutica Thaísa Fernanda, a qual não havia liberado uma medicação necessária e específica para a aposentada Ana Maria Dias, fator que poderia levar à morte.
O médico, Dr. Walter disse aos policiais
“sou médico plantonista da Santa casa de Pirassununga e assumi o plantão às 19:00 e por volta das 19:40 o enfermeiro responsável da enfermaria que é me informou que a paciente Ana Maria Dias que recentemente estava na UTI havia sido transferida no dia 24 de março por volta das 9:00 para a enfermaria, quando na sexta-feira, 25, havia passado mal e vomitando 2 bacias de sangue (sic) e por volta das 18h40 fui verificar a paciente e constatei que ela estava com hipotensão, de imediato pedi que a colocassem um soro aberto PA repressão e solicitei uma vaga na UTI pedi para ser verificado a prescrição médica e constatei que o medicamento Pantoprazol que serve como protetor gástrico não havia sido administrado às 18:00.
Em contato com a enfermeira Valquíria Renata qual a razão do ocorrido esta informou que o medicamento não havia sido liberado pela farmacêutica de nome Thaísa Fernanda, da Santa Casa sendo que se encontrava apenas sua auxiliar de nome Cristiane, que entrou em contato com Thaísa e esta informou que não foi liberado o medicamento devido ao alto custo, questionada Thaísa, se sobre tal orientação me disse que não havia justificativa médica para o uso.
Foi dado ciência ao diretor técnico do hospital Dr. Otávio que de imediato liberou a medicação, porém Ana foi internada novamente na UTI com choque hipovolêmico necessitando de cuidados médicos”
A família deverá procurar pela Polícia Civil Judiciária para mover uma possível ação contra a farmacêutica e consequente contra a Santa Casa de Misericórdia, bem como contra a Prefeitura Municipal, pois, a Santa Casa está sob intervenção da Prefeitura Municipal.
Djennyffer Dias, neta da mulher internada na Santa Casa fez uma live com o repórter Ademir Naressi, onde pode ser conferida no facebook.com/reporternaressi.


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Tem que melhorar a concordância e coerência desse texto urgentemente. É feio se intitular repórter e escrever tudo errado.
Eu penso que oque está em jogo não o português do reporte sim a vida da paciente.