EXCLUSIVO. Situação de abandono da ETE “Laranja Azeda” (SAEP – Pirassununga)”

As imagens recentemente registradas na Estação de Tratamento de Esgoto “Laranja Azeda”, pertencente ao SAEP de Pirassununga, evidenciam um quadro claro de abandono operacional e ausência de manutenção preventiva e corretiva. O setor de pré‑tratamento, responsável pela remoção inicial de sólidos grosseiros e materiais flutuantes, encontra‑se totalmente tomado por vegetação, indicando que há longo período sem limpeza, roçagem ou inspeção técnica.
A presença de mato dentro e ao redor das estruturas demonstra que o sistema não está recebendo os cuidados mínimos necessários para garantir seu funcionamento adequado. Esse tipo de negligência compromete diretamente:
- a eficiência do tratamento,
- a segurança operacional,
- a integridade das estruturas,
- e o atendimento às normas ambientais.
O estado atual registrado nas fotos revela que o SAEP, como órgão gestor, não está realizando as rotinas básicas de manutenção, o que coloca em risco o desempenho da unidade e pode resultar em falhas graves no processo de tratamento, além de potenciais impactos ambientais.
Diante disso, torna‑se urgente que a Administração do SAEP adote medidas imediatas de limpeza, recuperação e restabelecimento das condições operacionais da ETE “Laranja Azeda”, garantindo o cumprimento das responsabilidades legais e ambientais associadas ao saneamento básico.
É inadmissível que uma estação de tratamento de esgoto — um equipamento público fundamental para a saúde e para o meio ambiente — seja deixada nesse estado. A comunidade tem o direito de saber que a unidade está abandonada, e a administração tem o dever de explicar como permitiu que a situação chegasse a esse ponto.

A população de Pirassununga merece transparência, responsabilidade e compromisso real com o saneamento básico. O que as fotos mostram é exatamente o contrário.
Moradores relatam preocupação com a falta de transparência e cobram explicações da administração do SAEP, responsável pela operação da unidade.
Para eles, o abandono da ETE “Laranja Azeda” representa um risco direto ao meio ambiente e à qualidade do serviço prestado à população.
A situação reacende o debate sobre a necessidade de gestão eficiente e fiscalização rigorosa no setor de saneamento. A comunidade espera que o órgão responsável se manifeste e adote medidas imediatas para recuperar a estação e restabelecer condições adequadas de funcionamento.
Enquanto isso, as imagens seguem circulando e gerando repercussão, levantando questionamentos sobre a condução do serviço público e o compromisso da administração com a infraestrutura essencial do município.


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