SAEP. Obra de infraestrutura de Emissário de Esgoto, grande quantia de R$, jogados ao ralo

Um cronograma detalhado de obras de infraestrutura foi elaborado pelo engenheiro João Alex Baldovinotti no início de 2022, coincidindo com o começo da gestão do Dr. José Carlos Mantovani. Esse planejamento deveria ser executado gradualmente pela direção do SAEP ao longo dos anos, visando o desenvolvimento da cidade e o bem-estar da população de Pirassununga.
No entanto, em julho de 2022, apenas quatro meses após a elaboração do plano, o engenheiro João Alex foi exonerado do cargo de superintendente. Entre as obras previstas no planejamento, destacava-se um importante projeto de saneamento: um emissário de esgoto ligaria o alto da Cidade Jardim ao Parque Industrial Guilherme Muller Filho, interligando diversos bairros da região leste até seu destino na Estação de Tratamento de Esgoto “Laranja Azeda”.

Com a saída de João Alex, o então prefeito Mantovani nomeou o vereador Jefferson Couto para o cargo, embora este não possuísse experiência técnica na área de engenharia e gestão. Ainda assim, foi durante sua administração que a obra teve início, até o afastamento do prefeito Mantovani pela Justiça.
Com a determinação judicial, Cicero Justino assumiu a chefia do Executivo e nomeou Fausto Victorelli Júnior para o comando do SAEP. Após o retorno de Mantovani, um diretor de carreira foi nomeado até o final do mandato. Nesse período, a obra do emissário de esgoto continuou sendo executada, conduzida pelos superintendentes que assumiram após a exoneração de João Alex.
Ao iniciar sua gestão, o atual prefeito, Fernando Lubrechet, nomeou um novo superintendente para o SAEP, sem experiência na área, que manteve a implantação da tubulação. Segundo funcionários da autarquia, no entanto, as obras foram posteriormente paralisadas para dar lugar a outros projetos considerados prioritários, incluindo uma intervenção na entrada da cidade, próximo à imagem do Cristo.

Problemas na execução da obra e impactos
Sem o devido acompanhamento técnico, uma extremidade da tubulação teria permanecido aberta, permitindo a infiltração de barro durante o período de chuvas. Essa situação comprometeu aproximadamente 2,5 km da tubulação, desde o local conhecido como “Engenho do Baptistella” até a Estação de Bombeamento de Esgoto do Jardim Milenium.
A recuperação dessa obra exigiria a escavação de toda a extensão onde os tubos estão enterrados, o que implicaria um alto custo financeiro e o risco de danificação dos materiais. Consultamos um engenheiro civil especializado, que nos detalhou os principais desafios dessa retirada:

- Deslocamento de máquinas e equipes ao local;
- Escavação cuidadosa da terra que cobre os tubos;
- Desconexão das peças sem comprometer sua estrutura;
- Remoção dos tubos com auxílio de um Munck;
- Garantia de segurança para os trabalhadores durante o processo;
- Logística de transporte e armazenamento dos tubos retirados;
- Recobrimento da vala com terra nova e posterior compactação;
- Gestão do volume de terra, estimado em cerca de 33.750 m³, exigindo aproximadamente 2.250 viagens de caminhão.
O engenheiro consultado ressaltou, em caráter informal, que existe um profissional experiente na cidade capaz de recuperar a estrutura sem necessidade de remover os tubos, o que resultaria em grande economia para o SAEP.


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