Com contratações de peso e revelações, times argentinos buscam voltar a rivalizar com brasileiros na Libertadores

Foto: Freepik
A hegemonia que os clubes brasileiros vem construindo na Copa Libertadores da América, conquistando as últimas 6 edições da competição, é um reflexo direto da diferença econômica e estrutural que vai se criando do Brasil para os demais países. Tanto que, depois de muito tempo com franca vantagem histórica, o placar geral de títulos da Libertadores por país está quase empatado entre Argentina e Brasil, chegando em 24 à 25.
Mas a temporada de 2025 parece trazer uma reação do futebol argentino. Dentre gigantes e demais equipes tradicionais, fortes investimentos estão sendo feitos para trazer reforços de nível internacional. Simultaneamente, o futebol de base dos hermanos vive excelente fase, formando jogadores de alto nível que, antes de serem negociados com gigantes europeus, estão ajudando a elevar o nível do futebol argentino.
Dupla Boca e River promete retorno ao protagonismo ao nível continental
Capitaneando os ares de melhora dentre as equipes argentinas, Boca Juniors e River Plate foram os últimos representantes do país em finais da principal competição do continente — além de terem feito a histórica final de 2018 entre si, com o River saindo vencedor. Fato é que, sendo as principais potências do país, a dupla de rivais iniciou um processo de internacionalização dos seus elencos.
Usando o peso da sua camisa para atrair jogadores de renome mundial, o Boca Juniors atraiu atletas consagrados como De Rossi, Cavani e Ander Herrera só de 2020 para cá, voltando a expor sua marca ao mundo enquanto contava com veteranos tarimbados para manter o time com a devida relevância.
O River, por sua vez, aposta na repatriação de jogadores argentinos de destaque para reforçar o elenco, com nomes como Martinez-Quarta, Montiel, Facundo Colídio, Acuña e Pezzella chegando das ligas espanhola e italiana, além de Ezequiel Barco, Alan Velasco e Pity Martinez, retornando dos ricos mercados dos EUA e da Arábia Saudita.
A cereja do bolo do River, entretanto está na formação recente de talentos e inevitável geração de renda que esse movimento gera.
No recorte dos últimos anos, campeões do mundo como Julian Alvarez, Enzo Fernandez, Exequiel Palácios e Nahuel Molina foram formados em um passado recente pela base dos Millonarios. Somados, esses e outros promissores nomes, como o recém-negociado Echeverri, ultrapassam os R$ 500 milhões em vendas com certa folga.
Racing, Estudiantes, San Lorenzo, Vélez e demais equipes seguem o exemplo
Seja atraindo medalhões que ainda tenham gasolina no tanque ou acreditando na base, destaca-se o avanço coletivo das equipes tradicionais que promove o notável progresso no nível do futebol na Argentina — e que prometem equilibrar um pouco as odds do campeonato argentino para quem vai acompanhar tanto o Clausura quanto o Apertura para apostar.
Com toda a certeza, o Racing está entre os principais destaques desse movimento, considerando principalmente o fato do seu retrospecto recente contra brasileiros — com destaque ptara a conquista da Copa Sul-Americana de 2024 frente ao Cruzeiro.
O time de Avellaneda, após passar por momentos difícies em um passado recente, conseguiram repatriar nomes como Vietto, do futebol árabe, Zaracho, que estava no Atlético Mineiro e mesmo Almendra, direto do Boca Juniors. Juan Nardoni, por sua vez, é o jovem talento que já faz a diferença no meio-campo e, em breve, deve ser negociado por cifras milionárias.
O Estudiantes de La Plata é outra equipe que “roubou” um talento Xeneinze, investindo alto no volante Cristian Medina, de 22 anos, para ser o pilar do time centenário. Seguindo a mesma cartilha, também conta com veteranos como Carrillo, Alario, Ascacíbar e Ramiro Funes-Mori para auxiliar na estruturação do elenco.
Outros destaques importantes vão para o Velez Sarzfield e seu trio de jovens promessas composto pelo zagueiro Valentín Gómez, o meia Crístian Ordoñez e o ponta direito Tiago Fernandez — todos com 21 anos ou menos que juntos são avaliados em mais de R$ 220 milhões — e para o San Lorenzo, que recentemente trouxe o meia-atacante espanhol Iker Muniaín, um dos maiores ídolos da rica história do Athletic Bilbao.


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