Hipopótamo Juninho morre aos 50 anos e deixa marca afetiva na história de Leme

O Parque Ecológico Mourão Popular, o Bosque de Leme, perdeu nesta data um de seus mais antigos e queridos moradores. O hipopótamo Juninho, que viveu por mais de cinco décadas no local, morreu e causou comoção entre frequentadores do parque e moradores da cidade.
Presença constante na memória de gerações de lemeenses, Juninho se tornou um símbolo do Bosque, sendo uma das principais atrações do espaço ambiental. Ao longo dos anos, acompanhou visitas escolares, passeios familiares e momentos marcantes da vida de muitos cidadãos, consolidando-se como parte da identidade afetiva do parque.
Segundo a Secretaria Municipal do Meio Ambiente, o animal vinha apresentando complicações de saúde nos últimos dias. A equipe técnica realizou acompanhamento contínuo, com administração de medicamentos e cuidados intensivos, mas o quadro clínico evoluiu de forma irreversível. A pasta ressaltou que a expectativa de vida da espécie gira em torno de 40 a 50 anos, o que reforça a longevidade de Juninho.
A administração municipal informou ainda que o hipopótamo demonstrava sinais de sofrimento e que, com sua morte, encerra-se um ciclo natural de vida.
Em sinal de respeito e luto, o Bosque de Leme permanecerá fechado por tempo indeterminado. A Prefeitura manifestou reconhecimento e solidariedade aos profissionais envolvidos no cuidado do animal e à população, que sempre demonstrou afeto por Juninho.
A despedida do hipopótamo representa não apenas a perda de um animal, mas o encerramento de um capítulo importante da história ambiental, cultural e emocional de Leme.
Foto:ilustrativa


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