Adolescente mantém colega de Escola refém com tesoura no pescoço

A manhã desta quarta-feira, 31, foi de pânico no interior de uma Escola localizada ao longo da Rua Monsenhor Nora, região central da cidade de Mogi Mirim/SP, onde um adolescente de 15 anos fez de refém uma aluna. O adolescente tinha em uma das mãos uma tesoura e com o outro braço a segurava pelo pescoço.
De acordo com os GCMs Wilian e Rafael que apresentaram a ocorrência por volta das 09h55, estavam em patrulhamento de rotina quando foram acionados na Escola Monsenhor Nora, pois, de acordo com a mensagem chegada ao Centro de Atendimento da GCM, um adolescente (estudante de 15 anos) fazia uma estudante como refém, o qual a segurava pelo pescoço e, apontando uma tesoura contra ela.
Ainda, segundo os GCMs, ao chegarem no referido estabelecimento estudantil encontraram os professores nervosos devido a situação, onde puderam visualizar que próximo da quadra esportiva visualizaram a situação, ou seja, onde a aluna que estava sendo mantida refém encontrava-se em estado de choque e o adolescente segurando a tesoura no seu pescoço.
Experientes, os guardas civis municipais iniciaram negociações com o adolescente. Durante as negociações que durou cerca de 30 minutos, as forças de segurança da GCM e da Polícia Militar chegaram ao local.
Cerca de trinta minutos após iniciarem as negociações o adolescente pediu papel e caneta, onde e escreveu ” eu vou matar você, se você não der direção da sua palavra”, se referindo a um colega que havia tido uma discussão antes de manter a aluna como refém.
A menina traumatizada era mantida como refém, quando o adolescente pediu um colete balístico para sua proteção determinando que seu pai fosse avisado e que fosse para a referida Escola.
Os GCMs atenderam ao pedido do adolescente e, depois da chegada do pai ao aluno/agressor. Já com o pai na Escola, os policiai seguiram em direção ao aluno que segurava a aluna que não teve a idade divulgada para fazer a entrega do colete. No momento em que o aluno agressor foi colocá-lo, os guardas civis o dominaram, libertando a vítima.

Enquanto o adolescente era encaminhado para o plantão da Central de Polícia Judiciária da cidade, a aluna, bastante traumatizada passou a ter assistência médica.
Dentro do plantão policial o aluno passou a ofender a policial civil Fabiana, dizendo que ela era ” cachorra”.
O adolescente disse que manteve aluna refém, pois queria que um aluno (P), fosse conversar com ele, pois, tinha intenção de matá-lo.
Durante todo o episódio ocorreu grande aglomeração no local, onde segundo consta, os populares tinham como intenção de linchá-lo, o que foi evitado pelas intervenções das forças policiais. Da Central de Polícia Judiciária, o adolescente foi encaminhado para a Fundação Casa Andorinhas.
Imagem – Reprodução/facebook


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