Nova medida da Prefeitura suspende transporte intermunicipal de pacientes; moradores relatam apreensão. Vereador Du da Farmácia “tem verba para manutenção”

O corte no transporte da saúde que condena quem mais precisa, foi motivo de vários posicionamentos firmes de boa parte dos vereadores (Sandra Vadalá, Mirelle Bueno, Luciana do Lécio, Wellington Cintra, Wallace Bruno, Du da Farmácia, Carlinhos de Deus e Leandro (Gígio). O que mais chamou atenção foi o vereador Reinaldo Caridade, que durante sua campanha eleitoral, teve como principal ponto, a saúde, que sempre utilizou do transporte sanitário para se fortalecer na política e, na Sessão Ordinária de segunda-feira, 9, ficou quieto, não se manifestando.
O vereador “Du da Farmácia”, usou da Tribuna para cobrar o Executivo (prefeito Fernando Lubrechet), que existem verbas originárias de deputados do PSD, que poderiam serem usadas na manutenção dos veículos da saúde. Veja o posicionamento do vereador no final da reportagem.
Em decisão publicada nesta semana, a Prefeitura Municipal Pirassununga anunciou a suspensão temporária do serviço de transporte de pacientes que realizam consultas, exames e tratamentos de média e alta complexidade em cidades vizinhas. Segundo a nota oficial, a medida foi tomada devido a um “contingenciamento severo de gastos” e à necessidade de manutenção da frota, que estaria operando acima da capacidade.
A decisão impacta diretamente quem depende do Tratamento Fora de Domicílio (TFD). Para muitos pacientes oncológicos ou que realizam hemodiálise, a interrupção representa um risco imediato à continuidade do tratamento. A Secretaria de Saúde informou que casos de urgência e emergência continuarão sendo atendidos pelo SAMU, mas o cronograma de viagens eletivas segue suspenso por tempo indeterminado.
O corte no transporte da saúde condena quem mais precisa
A gestão municipal de Pirassununga, deu mais um passo em direção ao sucateamento da assistência social ao cortar o transporte de pacientes para outros municípios. Sob o argumento de “ajuste de contas”, o governo ignora que a saúde não espera o fechamento do balanço financeiro.
A decisão impacta diretamente quem depende do Tratamento Fora de Domicílio (TFD). Para muitos pacientes oncológicos ou que realizam hemodiálise, a interrupção representa um risco imediato à continuidade do tratamento. A Secretaria de Saúde informou que casos de urgência e emergência continuarão sendo atendidos pelo SAMU, mas o cronograma de viagens eletivas segue suspenso por tempo indeterminado.
Privar um cidadão do transporte para uma consulta especializada é, na prática, negar-lhe o acesso à cura. Muitas famílias não possuem recursos para custear passagens ou fretes particulares, ficando presas em casa enquanto suas condições de saúde se agravam. É inaceitável que o ajuste fiscal recaia justamente sobre a ambulância que leva a esperança de quem luta contra doenças graves.


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