Eleições 2018: Líder do PSL é acusado de usar notas frias para comprovar gastos
Nesta quinta-feira (6), o PSL partido do Presidente Jair Bolsonaro volta a mídia negativa após denúncias de que o partido tenha usado candidatas laranjas nas eleições e 2018, em Pernambuco, para cumprir a cota mínima de mulheres no pleito, o deputado federal Luciano Bivar (PSL-PE) volta ao noticiário por apresentar ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e à Câmara comprovantes de pagamento de empresas que não prestavam serviço e vendiam notais fiscais para terceiros.
A principal empresa que fazia parte do esquema era a ML Serviços de Comunicação, que é de propriedade de Marta Patrícia Heitor Lemos. Ela é filiada ao PSL desde 2013 e através da sua empresa recebeu cerca de R$ 50 mil da Câmara dos Deputados desde 2017 até abril desse ano.
Quem fazia o serviço de assessoria de imprensa para Bivar, no entanto, era Maria das Graças de Lima, que faleceu este ano, e não tinha empresa aberta para emitir notas fiscais e comprava este tipo de documento da ML. “Ela não tinha empresa. Desta forma, eu passava a nota e ela pagava o imposto”, afirmou Marta Lemos ao jornal Folha de S. Paulo.
Outra empresa que teve notas fiscais apresentadas mas não prestou serviço é a Associação Pró Esporte e Cultura, que também pertence a uma filiada do PSL. Giselle Miller do Amaral chegou a ser candidata a deputada estadual em Pernambuco em 2014.
Nas notas apresentadas na prestação de contas do partido consta que a organização promoveu um seminário preparatório para as eleições de 2014, no Rio de Janeiro, no valor de R$ 15 mil. A empresária teria confessado ter passado notas frias para Bivar e participado das eleições de 2014 apenas para cumprir a cota mínima de mulheres do partido.
O PSL, partido fundado por Luciano Bivar, era conhecido como um partido nanico até a filiação de Jair Bolsonaro. Em 2006 o deputado pernambucano se lançou candidato à presidência da República e só teve 0,06% dos votos.
Questionado sobre a participação de Marta Lemos no seu gabinete, ele se mostrou espantado ao saber que não era ela que trabalhava diretamente para ele. “Então não era ela que dava o serviço profissional? Então vou ter que despidi-la. Como é que faz isso, meu Deus do céu?”, declarou à Folha.
Com informações: Folha/ Foto: Bolsonaro e Luciano Bivar, presidente do PSL (Reprodução)


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