Ambulância de S.C. da Conceição transporta homem em óbito sem presença da Polícia Científica

Um possível afogamento e morte de um homem, identificado como sendo Rogério de Almeida Borges, 33, morador na capital paulista, ocorrido na Represa Municipal, Engenheiro Euclides Morelli, município de Santa Cruz da Conceição/SP, no domingo, 20, precisa ser melhor esclarecido devido ao transporte da vítima em óbito ter sido levado para a Santa Casa de Leme/SP, sem preservação do local, ou seja, prevaricação.
Este fato é demais comprometedor, pois, o gestor municipal precisa atender todo os procedimentos legais.
Nossa reportagem fará um contato com a Assessoria de imprensa do prefeito da cidade para que o mesmo emita uma Nota de Esclarecimento deste ocorrido.
De acordo com o boletim de ocorrência registrado no plantão da Central de Polícia Judiciária da cidade de Leme, os guardas-civis municipais da cidade de Santa Cruz da Conceição, Danilo e Maia, disseram que por volta das 12h00, foram acionados para o local dos fatos, onde, em contato com salva vidas Samuel, teria informado que tinha visto a vítima afundando-se nas águas da Represa.
Assim, segundo o salva vidas, de imediato teria ido ao socorro, mas, após cerca de quinze minutos localizou o corpo do indivíduo inerte e sem sinais, sendo retirado da água.

Um fato que chama atenção é de que, como a vítima estava sem vida, de que forma que o motorista da Ambulância retirou o corpo levando para a Santa Casa de Leme, sem serem acionadas as autoridades competentes (Polícia Militar, Civil Judiciária e Polícia Científica), pois, o corpo de uma vítima, somente pode ser removido do local após liberação pela Polícia, para uma Funerária de Plantão.
Segundo o registro do boletim de ocorrência, populares e banhistas que se encontravam no local, a vítima já apresentava sinais de embriaguez ao adentrar na represa.
Acrescentam os GCMs que, quando souberam da qualificação da vítima, se recordaram que se trata do mesmo indivíduo, o qual, no dia anterior, estava envolvido em uma ocorrência de Perturbação de Sossego, atendida pelos guardas municipais que apresentaram a ocorrência de Morte Suspeita.
Consta que Rogério (vítima), residia na cidade de São Paulo e estava em Santa Cruz da Conceição a trabalho acompanhado de demais colegas, hospedados em uma casa no centro da cidade, sendo ele o responsável pelo pessoal.
Um fato questionado, se a vítima foi retirada das águas sem vida, como foi removida do local por uma Ambulância da cidade, sendo que as autoridades policiais competentes deveriam serem comunicadas, pois, somente a Polícia Técnica tem autoridade da liberação do corpo de uma vítima. Retirada feita por uma Funerária de Plantão do município.
Foto/vítima – Reprodução das redes sociais


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Motorista da ambulância é médico? Pode atestar óbito? Então pronto retira da água e socorre a vítima.
Se a vítima foi retirada pelo socorrista que agiu de imediato logo após ver o rapaz se afogando, acredito que a remoção foi correta, pois o socorrista não tem como certificar a morte já que o fato acabara de ocorrer. Aparentemente procedimento correto ao levá-lo para o hospital.